Profilo di Lucéli"Entblšse Deine Seele......FotoBlogElenchiAltro Strumenti Guida
31 dicembre

"New Year's Eve..."

 
"New Year's Eve..."
 
'Only the tame birds have a longing. The wild ones fly.'
So once again
Another New Year's Eve will ease our pain
Faith for the few
And rites that will make us so brave
So new
We laugh and we cheer for a Happy New Year
Happy?
Candles burn down
And in the darkness future comes around
We smile - all aware
But never speaking of the masks we wear
Blind!
Turning mirrors upside down
Won't make dust fall off the ground
Hiding wounds won't ease the pain
Sleep won't make you whole again
Change the inside!
...drink the rain...
Dressing our words
Seeing the dirt and flaws inside us hurts
One final glass
A sour taste from our promises
I bid farewell and crawl out of my shell
I'm awake!
I see the mistakes I make
Hiding wounds won't ease the pain
Sleep won't make you whole again
Change the inside...
Today I found a seed of sorrow
The harvest leaves a soil of shame
Now I undress and face tomorrow
And brave I walk to meet the blame
I'll search my home outside these borders
I'll run to meet up with the past
A Resolution for the New Life
This time I know it's gonna last
And I will...
Change the inside
Drink the rain
Open my wounds to heal the pain
Learn the work of The Machine...
(New Year's Eve - Pain Of Salvation)
 
*
10 dicembre

"Metade. . ."

 
 
"Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Pois metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que o Homem que eu amo seja pra sempre amado
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo
Não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas como a única coisa
Que resta a uma mulher inundada de sentimento
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
E a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
Que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui
E a outra metade não sei
Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é a canção
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é Amor
E a outra metade também..."
(Metade - Oswaldo Montenegro)

*
06 dicembre

"Bresso. . . "

 
 
"Bresso...
 
Meine letzte Zigarette klebt in meiner Lunge
Meine Worte zittern Dir entgegen
Gedrängt mit Hoffnung und Angst
Wie versteinert siehst du mich nun sitzen
Ausgeliebt - leer und krank
Ausgeblutet - ausgesaugt
Doch deine Liebe fliesst durch meine Adern
Ich bin nicht tot - nein - ich bin nicht tot
Noch immer höre ich deine Stimme zu mir sprechen
Noch immer spüre ich deine Lippen auf meiner Haut
Noch immer brennt in mir dein Licht
Noch immer liebe ich dich
Noch immer will ich dich erleben
Will von deinem Geist mich nähren
Will in dir mich ganz verlieren
All deine Schönheit all dein Glanz
Die Strafe dich zu lieben - Die Strafe meiner Liebe
Jetzt frag ich dich - wo bist du ?
Wo bist du jetzt ?
Hoffnung in meiner Haut zerquetscht
Verzweiflung in mein Herz geschlossen
Liebe in mir verspürt
Lügen und zarte Worte von dir gehört
Meine Lebensuhr verstellt - zerschlagen
Die Erinnerung verdammt
Und dich stets geliebt
Noch immer höre ich deine Stimme zu mir sprechen
Noch immer spüre ich deine Lippen auf meiner Haut
Noch immer brennt in mir dein Licht
Noch immer liebe ich dich
Bitte komm zurück
Bitte..."
 
*
05 dicembre

"Felicidade no Retrocesso..."

 
 

Felicidade no Retrocesso

"Passamos pela vida atabalhoados, ansiosos, sem saber o que buscamos, ou se o sabemos, dificilmente saberíamos responder por que sem gaguejar. Em nenhum instante paramos nosso fluxo existencial num flash presente e dizemos “isso é o que eu busco na vida” – isso é tudo que busco. No melhor dos casos essa felicidade presente é uma boa dose de hormônios bem calibrados fazendo o cérebro fazer você pensar “que beleza, huh?” Do futuro esperamos coisas imbecis como a existência conspirando para erigir nossos ideais ou o cessar da vontade na realização de algum sonho imaginado como importante, que será um marco divisor de águas do agora angustiado para um longo e próspero futuro cheio de coisas legais que nos tornarão felizes e que não sabemos explicar porque isso nunca aconteceu, apesar de insistirmos na crença de que um dia, inevitavelmente, acontecerá e será bom como um dia sabemos que saberemos. Impossibilidades óbvias que geram frustração. Nós precisamos viver com alguma sensação de dignidade em nossos cérebros cheios de voltinhas especiais. Qual é o pulo do gato para burlar esse desencontro? Falsificamos a memória. Ninguém tem mais felicidade que no passado; o passado é onde imaginamos que toda a felicidade que fomos colhendo como migalhas durante nossas vidas fica armazenada, pronta para ser evocada e justificar mais alguma idiotice insípida e despropositada que futuramente será motivo de lembranças saudosas para satisfazer a cota da mentira para consigo mesmo e fazer valer uma existência aleijada per se. Na dúvida – ou sem dúvida – sempre ficamos com uma interpretação da memória, nunca com a memória crua dos fatos – nós os reinventamos, colorimos e recheamos com muitas coisas gordurosas..."

(André Cancian - Mantenedor do Site Ateus.net)

ps.: Esse cara é um genio!!!

 

*

 

04 dicembre

☆ 04/11/2006 - † 02/12/2006

 
 
Ich Verlasse Heut Dein Herz (Lacrimosa)

"Ich Verlasse Heut Dein Herz
Ich verlasse heut' Dein Herz
Verlasse Deine Liebe
Die Zuflucht Deiner Arme
Die Warme Deiner Haut
Wie Kinder waren wir
Spieler - Nacht fur Nacht
Dem Spiegel treu ergeben
So tanzten wir bis in den Tag

Ich verlasse heut' Dein Herz
Verlasse Deine Liebe

Ich verlasse Deine Tranen
Verlasse was ich hab'
Ich anbefehle heut Dein Herz
Dem Leben - der Freiheit
Und der Liebe
So bin ich ruhig -
Da ich Dich liebe!

Im Stillen
Lass ich ab von Dir
Der letzte Kuss - im Geist verweht
Was Du denkst bleibst Du mir schuldig
Was ich fuhle das verdanke ich Dir
Ich danke Dir fur all die Liebe
Ich danke Dir in Ewigkeit

Ich verlasse heut' Dein Herz
Verlasse Deine Liebe
Ich verlasse Dein Herz
Dein Leben - Deine Kusse
Deine Warme - Deine Nahe -
Deine Zartlichkeit..."

 

☆ 08/09/2006,  04/11/2006   -   † 02/12/2006
 
 
 
*
03 dicembre

"The End. . ."

 
 
O universo é realmente assustador: o tempo passa. Os dias passam, o que é bom acaba. Felizmente, o que é mau também tem fim.
Os dias passam e deixam apenas memórias, e isso é tão doloroso quanto ter todos os ossos quebrados.
Se você é esperto e não deixa os dias passarem em vão, ganha a certeza de que fez tudo o que podia e de nada se arrepende, mas isso não torna sua dor muito menor. Ajuda saber que ela vai passar. Os dias passam e, tal qual rolos compressores, levam o que quer que encerravam. Ah, esses dias que passam...
A saudade é um belo sentimento, sou obrigada a admitir. Ela é a mãe das mais belas artes, a criadora de dias emocionantes. Somente os prazeres imediatos da paixão e do amor lhes são superiores; estes sentimentos não têm comparação. São tão absolutamente perfeitos que o seu fim é fantástico: marca o começo da beleza da saudade.
E tudo isso... todos esses sentimentos, da saudade ao amor, da dor ao prazer, passam.
Muitos não somem porque são fortes demais para serem esquecidos, mas todos passam. Deixam de ser guias e se tornam companheiros, às vezes se tornam guiados. Não dominam mais, trazem felicidade.
A saudade torna-se aquele saudosismo gostoso por ter aproveitado a vida. A paixão se torna admiração, carinho e respeito inesgotáveis.
Ah, esses dias que passam... passam sempre...
Assim com VOCÊ: saudade que guia. Prazeres demais! Plenitude e complementação, como deve ser a felicidade. E passou, ela passou. Em breve, a saudade torna-se companheira.
VOCÊ, que abriu portas trancadas e alcançou em mim o que estava deitado, que me conquistou de todos os jeitos que se conquista alguém, mais uma vez, obrigado! Obrigado mesmo! Você passou e será lembrado com saudosismo, carinho, respeito e admiração...
 
Não vou esquecer o último momento, tão repentino, tão fugaz:
 
As mãos não querendo se desgrudar,
Os olhos nos olhos que nunca desviavam,
Corpo contra corpo, apertados...
A necessidade de se separar.
Vai e volta, vai e volta. Vai...
Olhando para trás, para mim,
Eu, concentrado, sem perder nenhum detalhe.
Esperando na plataforma,
De costas para todos, de frente para mim,
Eu com os olhos cheios d’água
E o "tão esperado Expresso de Prata" partindo...
Um aperto forte no coração.
Ele mandando um beijo com as mãos,
Eu repetindo seu gesto.
Ele sentando de costas para mim,
Virando-se para me ver,
Repete o gesto:
Um beijo e um aceno de adeus.
Faço o mesmo.
A garganta presa, os olhos úmidos.
Os olhos se cruzando pela última vez.
Uma palavra muda.
Depois de todo o vivido,
Ele desaparecendo em um repente,
Em um milésimo de segundo,
Talvez para sempre,
Talvez para sempre,
Realmente para sempre...
A lágrima saltando, enfim.
E fim.
 
 
"A distância diminui as paixões medíocres e aumenta as grandes, assim como o vento, que apaga as velas e intensifica as fogueiras."
(F. de La Rachefoucauld)

 

*