Profilo di Lucéli"Entblšse Deine Seele......FotoBlogElenchiAltro ![]() | Guida |
"Entblšse Deine Seele..."
23 luglio ". . .e de novo então me vens. . .""... e de novo então me vens e me chegas e me invades e me tomas e me pedes e me perdes e te derramas sobre mim com teus olhos sempre fugitivos e abres a boca para libertar novas histórias e outra vez me completo assim, sem urgências, e me concentro inteira nas coisas que me contas, e assim calada, e assim submissa, te mastigo dentro de mim enquanto me apunhalas com lenta delicadeza deixando claro em cada promessa que jamais será cumprida, que nada devo esperar além dessa máscara colorida..." (Caio F. Abreu) * "Características Borderline (PART IV): Instabilidade, inconstância e relacionamentos. . . " Instabilidade, inconstância e relacionamentos O perfil geral do transtorno também inclui uma inconstância invasiva do humor, das relações interpessoais, da conduta (comportamento) e da identidade, que pode levar a períodos de dissociação. São pessoas muito instáveis em todos os aspectos de sua vida; seus relacionamentos são intensos mas muito caóticos, com tendência a terminar abruptamente de forma explosiva, pois eles são marcados por períodos de grande idealização e grande desvalorização causados por medo excessivo de abandono, esforços exagerados para evitar a perda, chantagens emocionais, possessão, ciúmes e explosões de raiva. A instabilidade emocional, também contribui para relacionamentos instáveis. O humor do borderline pode ser muito lábil, alternando diariamente entre períodos de depressão profunda, grande ansiedade, euforia, intensa raiva ou irritabilidade (não necessariamente nessa ordem), sendo que, quando estão sós, frequentemente se sentem irritadiços e depressivos juntamente com um sentimento crônico de vazio. A instabilidade também é intensa na própria percepção de imagem de si mesmo (propensos a achar-se feios, gordos demais, magros demais, defeitos imaginários em geral - anorexia, bulimia, vigorexia, transtorno dismórfico corporal etc.), nas atitudes, opiniões e até na sexualidade. O paciente borderline apresenta em todos os aspectos de sua vida a "difusão de identidade" que pode ser descrevida como a recusa em considerar outros tempos e outras diferentes situações, dando prioridade à situação presente e atitudes imediatas. Como se tivessem uma "amnésia" das situações e atitudes anteriores. Assim, forma-se a instabilidade entre os extremos "bom e mau" (8 ou 80, branco ou preto, mas nunca o meio-termo). Os indivíduos limítrofes tendem a caracterizar uma pessoa, objeto ou circunstância apenas pelo presente, como se não existisse o passado ou o futuro, nem outros tempos ou situações diferentes. Por exemplo, o borderline ao perceber que a pessoa cuidadora está com ela, ele tende a classificá-la como "ótima". Quando o cuidador tem de ir embora, este rapidamente passa da grande idealização ("ótima") para a grande desvalorização ("péssima"), desprezando a história em que passaram. Se o cuidador retorna, novamente a pessoa é passada do extremo "péssima" para o "ótima". Isto evidencia a grande instabilidade entre os extremos cujos borderlines sofrem. É assim, também, que outras pessoas, objetos e circunstâncias são analisados por limítrofes, sempre oscilando entre o "bom" e o "mau", conforme o presente imediato, deixando de lado o passado, situações remotas e diferentes. Exemplificando, de modo geral, a borderline é aquela jovem que valoriza demais o namorado. Contudo, por menor que seja a contrariedade, já acha que ele não presta mais. Também acontece quando a limítrofe liga para a amiga. Só porque esta não pôde atendê-la naquela hora, a borderline já acredita que não é amada e depois agride, exige e acusa dramaticamente a amiga de não dar devida importância a ela. De forma geral, borderlines estão sempre no extremo e fazem análise extrema das situações externas. Eles passam facilmente do "eu te amo" para o "eu te odeio", é sempre o branco ou preto, mas nunca o cinza. Suas opiniões em relação aos outros, são assim baseadas também, alternando drasticamente entre pessoas "ótimas" e pessoas "péssimas", por isso a frustração é frequente. Geralmente, a frustração é precedida por ameaças reais ou imaginárias de abandono. Assim é evidente que as próprias idealizações desses indivíduos trazem ainda mais enorme instabilidade para eles. Mas caracteristicamente eles têm baixa intolerância às frustrações, porque são emocionalmente hipersensíveis a qualquer estímulo estressante, reagindo sempre de maneira raivosa, com grande dificuldade em controlar fortes emoções. Frequentemente têm explosões de raiva com facilidade, às vezes com evidente demonstrações como jogar estressadamente objetos ao chão, ou se auto-agredir. Contudo, geralmente essas expressivas demonstrações são seguidas por culpa ou vergonha, contribuindo novamente para o sentimento de que são "maus". Por causa da tendência em completamente idealizar ou completamente desvalorizar pessoas, lugares e objetos, os portadores da personalidade limítrofe por vezes podem fazer um mau julgamento de outras pessoas. Muitas vezes fazendo-se assim em se envolver em relações extremamente prejudiciais, que levam a sucessivas crises emocionais. Em um relacionamento, o borderline exige atenção exclusiva e constante, proteção permanente, alguém forte que amenize sua solidão e seu vazio. Quando isso acontece, ele se sente confortável e tranquilo, contudo, teme o abandono do ser amado e frequentemente o inferniza constantemente com medo de que isso realmente se concretize. No momento em que o borderline se vê incompreendido ou ameaçado pelo objeto amado, ele pode ter respostas agressivas, auto mutiladoras ou suicidas. Isso frequentemente surge em situações de cólera intensa ou misturada com explosões súbitas do humor depressivo, revelando gestos e comportamentos a fim de estabelecer um controle sobre o ambiente e as pessoas de tais situações, provocando no outro um sentimento de culpabilidade. Frases como "Você não vai querer mais namorar comigo, olha só o que eu fiz" ou "Eu me odeio! Você ainda vai continuar gostando de mim, depois disso?" demonstram o medo em ser abandonado, largado e mostra questões que o borderline supõe ser motivos para o abandono. A vida em si do borderline não é estável. Seus relacionamentos bem como comportamentos e sua personalidade em geral não são duradouros. É notável nesses indíviduos constante instabilidade nos seus relacionamentos. Eles podem demonstrar profundos sentimentos de apego e desapego fácil e ambivalente. Ao passo que, se sentem só, desejam muito a presença do outro, mas quando esta presença se concretiza, podem achar que estão muito próximos e invadindo sua privacidade. É um eterno "eu te odeio - não me deixe", bem como rápida passagem do "eu te amo", para o "eu te odeio". Parceiros afetivos que se relacionam com limítrofes vivem em constante confusão e com frequência se assustam e se irritam com as relações caóticas típicas do borderline. Isso acontece porque limítrofes idealizam e se desapontam a todo tempo. Hora podem amar, mas depois podem odiar. Pessoas que mantêm relacionamento com um indivíduo emocionalmente instável, hora podem se sentir sufocadas de tanta exigência de atenção, cuidado e carinho, bem como excessivas manipulações. Hora podem duvidar do sentimento do borderline que demonstra grande ternura, para em seguida, demonstrar frieza, raiva e maus tratos. Suas opiniões e idéias são facilmente instavéis e contraditórias. Podem dizer com convicção "sim", para em seguida, dizer "não", gostando assim de algo, para facilmente odiá-lo ou vice-versa. Isso também acontece em relação à carreira profissional e sua orientação sexual. Estão constantemente mudando em relação ao que pensam e fazem, e o que irão exercer profissionalmente. Sua identidade sexual é frequentemente marcada por dúvidas e mudanças constantes ou até adeptos à bissexualidade. Por vezes, definem-se a si próprios como "hora uma coisa, hora outra coisa". Quando estão convictos de algo, de repente, vêem-se cercados por dúvidas contrárias novamente, por isso, a indecisão nessas pessoas é comum. Até a própria aparência física do limítrofe tende a ser instável. De maneira geral, são pessoas que não conseguem ficar estáveis. Por isso, são intolerantes à monotonia e rotinas, facilmente contrariando e quebrando regras, bem como desistindo ou desanimando facilmente de atividades rotineiras ou que exigem uma certa monotonia. Borderlines frequentemente não têm persistência o bastante para continuarem um projeto, tarefa ou objetivo. Eles tendem a iniciar, porém, dificilmente terminam. Enjoam, cansam ou desgostam facilmente. Por isso, a vida do limítrofe é uma instabilidade contínua, seja em seus projetos, relacionamentos, preferências ou comportamentos. O borderline não é capaz de se ligar por muito tempo a coisa alguma que não seja, de fato, algo de seu total interesse. Por isso também dificilmente mantêm um relacionamento por muito tempo, um emprego estável, um objetivo constante, um gosto ou preferência interna estável. Na realidade, a inconstância é a palavra chave da vida do borderline. Limítrofes estão sempre à beira entre o amor e o ódio. Eles amam o objeto (ex.: cônjuge), mas em seguida, por motivos fúteis e até mesmos insignificantes de repente passam do amor para o ódio, como se, para o borderline, as pessoas estivessem sempre oscilando entre o ótimo (ideal) e o péssimo (pior) e vice-versa. Sem meio termo e sem a conscientização de que o ideal não existe, nem mesmo o péssimo. Eles tendem a idealizar as pessoas por qual querem como seus cuidadores, contudo, não aprendem que o ideal não existe, por isso estão sempre insatisfeitos. A pessoa "ideal" parece sempre depender do que o borderline necessita. Caso a pessoa "ideal" negue, ignore tal necessidade, ou frente a recusas, o borderline rapidamente passa do amor para o ódio. Por exemplo, é o caso da borderline que não quer ver os defeitos do namorado, que tenta sempre mudá-lo, a fim de que este fique "perfeito". Porém, quando percebe que tais condutas não funcionaram, rapidamente o desvaloriza. Também é o caso da paciente que quer ouvir apenas as coisas que deseja, pelo terapeuta. Quando o terapeura diz coisas na qual ela não deseja, do "bom", rapidamente o terapeuta é passado drasticamente para o "mau". Isto mostra que borderlines mudam de um extremo ao outro, por pouquíssimas coisas. O fato de borderlines serem extremistas ("tudo ou nada", "agora ou nunca" "te amo ou te odeio" etc.) faz com que tenham visões assim extremistas até mesmo de seus objetivos e futuro. Quando conseguem iniciar um projeto (estudos para o vestibular, emprego, entre outros planos a longo prazo), ele é frequentemente presunçoso: sua meta é ser reconhecido ou nada valerá a pena. Como em geral, não vai ser reconhecido imediatamente, ele abandona a tarefa prematuramente, sem se quer terminá-lo. Tal atitude por recompensa apenas imediata, com desprezo à paciência de esperar, torna-o frequentemente paralisado e sem objetivos concretos. O pensamento de uma jovem borderline assim é feito como por exemplo "Vou estudar, mas somente se eu passar agora no vestibular". Como tal recompensa está obviamente longe de ser realiza, então, a borderline para abruptamente de estudar. Ou então, nem se quer começa. As tarefas do dia-a-dia também assim são raciocionadas. Quando a recompensa não é imediata, eles abandonam tal projeto ou têm dificuldade em começá-la, dando uma errônea imagem de "preguiçosos" ou "fracassados". Em geral, as pessoas na qual se relacionam superficialmente ou que apenas está no ínico de um relacionamento com um borderline, não fazem idéia das perturbações e relações caóticas que vão ser recebidos em tais relacionamentos. Contudo, apesar de tudo isso, obviamente os índivíduos com o transtorno de personalidade limítrofe frequentemente necessitam de muita ajuda, carinho e apoio, embora possam fazer de suas relações um verdadeiro "inferno". Eles não têm esse comportamento de forma proposital, pois é notável que são pessoas muito conturbadas, tal transtorno fruto de traumas vivenciados na infância, cuja pessoa afetada não tem culpa. A pessoa que está como "cuidadora" do borderline (ex.: namorado ou cônjuge) tem de estar ciente que estão diante de um grave transtorno, uma patologia dilacerante tanto para o próprio enfermo quanto aos familiares e pessoas próximas. Por isso tal cuidador precisa haver muita paciência com esses indivíduos e, sobretudo, apoiar e tentar ajudá-los. * 29 giugno "Características Borderline (PART III): A solidão, o vazio e a baixa auto-estima. . . " A solidão, o vazio e a baixa auto-estima... O paciente borderline para viver em paz precisa encontrar um objeto protetor que nunca o deixe. Para isso, eles testam tais "objetos" (as pessoas) para poderem acreditarem nisso. Tais testes são manipulações, maus tratos, discussões etc. como forma de que isso atesta que, mesmo através de tais caminhos, o borderline nunca será abandonado. Obviamente, isto traz à tona a grande questão da tolerância das pessoas "alvo" do borderline, afinal, dificilmente as pessoas em sua volta têm tamanha paciência para tais manipulações. O limítrofe parece estar sempre insatisfeito e precisando de mais e mais (seja atenção, carinho, apoio, cuidados etc.) porque sente um vazio irreparável, um nada, um buraco, uma frustração contínua. Sente-se insuficiente e desvalorizado. São pessoas com uma baixíssima auto-estima, frequentemente causada por conta de uma infância traumática. Com frequência, eles vêem-se como ridículos, sempre preocupando-se em excesso com um "defeito imaginário", ou de que eles são uns "montros". Estar só e relaxar é algo que o borderline não consegue. Sua baixa auto-estima e a necessidade constante de ter sempre alguém cuidando dele, faz com que a solidão seja vista como insuportável. São pessoas que não conseguem ficar sozinhas apenas consigo mesma, com sua própria companhia. Para eles, a convivência consigo mesmo é seu pior inimigo. Borderlines são pessoas que não suportam a solidão, frequentemente sentem grande ansiedade ao ficar só. Se sentem abandonados, rejeitados e excluídos, facilmente ficando deprimidos quando percebem que seu "cuidador" o deixou. Para eles, é como se eles não existissem, sem uma estrutura externa (ex.: cuidador). Com seu cuidador, podem estar em plena euforia; Porém, quando este anuncia que terá de ir, facilmente passam de um humor eufórico para raivoso com manipulações e esforços excessivos para evitar ficarem sozinhos. Se ficam só esse momento torna-se tão insuportável que do humor raivoso decaem para a depressão. Seus atos auto-destrutivos aumentam de intensidade. Podem fazer tentativas suicidas, sentir que nada mais é real (despersonalização e desrealização), entre outros comportamentos extremos. Borderlines sentem que estão sempre na solidão e com um grande sentimento crônico de vazio. Tal sentimento constantemente os incomoda e tendem a achar sempre uma forma de preencher tal vazio, mas com frequência, descrevem que esse sentimento nunca desaparece. Borderlines sentem tudo com uma alta intensidade, sendo que para eles, tudo faz mal, tudo os agride e machuca. Não sabem se proteger, ou ao menos, acreditam não saber. Eles ainda têm sentimentos de serem uma eterna "vítima", incapaz de aceitar suas próprias responsabilidades. São pessoas que não têm uma noção clara de sua identidade. Na realidade, eles não tem uma identidade bem formada, assim, precisam do apoio de uma outra identidade, causando assim um grande medo ao abandono, perda e rejeição de tal identidade cujo borderline o considere como cuidador. A visão que eles têm de si mesmo frequentemente se caracteriza por uma visão flutuante e pouco constante, mudando rapidamente de tal visão. Assim, isso contribui para a grande instabilidade que circula em suas vidas. Quase sempre eles dizem não ter certeza de nada. Ou então, dizem uma coisa, mas em seguida mudam de idéia ou opinião. Seus gostos são totalmente inconstantes, podem gostar de uma coisa, para em seguida enjoar da mesma. Sua identidade, orientação sexual e a visão de si mesmos também assim são baseados. Eles facilmente se vêem como maus, estranhos, sem amor e sem doçura. Além disso, eles também se enxergam como pessoas que não merecem elogios, mérito e prazer. São indivíduos que são escravos das suas próprias emoções. Limítrofes também tendem a ter baixa tolerância às críticas, tendendo a levar sempre para o lado pessoal. Tais críticas provocam frequentemente acessos de mau humor, irritabilidade e acusações. Eles não toleram a solidão e demonstram um grande medo excessivo de serem abandonados ou rejeitados, sendo que este medo é acompanhado caracteristicamente de esforços frenéticos para evitá-lo. Podem fazer manipulações emocionais, especificamente chantagens, como ameaças ou tentativas de suicídio. Contudo, caso a manipulação não funcione, eles podem demonstrar explosões de raiva, se auto-rotulam como "maus" e podem cometer atos autodestrutivos, como automutilar-se. O medo de ser abandonado é tão enorme nessas pessoas que casualmente sofrem de dissociações, têm distorções da realidade como ter idéias paranóides ou alucinações e, no extremo, praticar impulsivamente o suicídio completo. Além disso, por causa do suposto abandono (real ou imaginado) da grande idealização por tal pessoa, eles passam rapidamente para a grande desvalorização desta última, pelo fato de terem sido "abandonados". Contudo, é notável também que a volta da pessoa cujo limítrofe a considere como seu cuidador, ocasione a remissão de tais sintomas e manipulações. Mas frequentemente eles são tão inseguros com grande medo de perda, que acabam por serem muito ciumentos, sem se darem conta que todo esse comportamento prejudica e assusta as pessoas em sua volta. De maneira geral, o transtorno de personalidade borderline é um dos principais distúrbios associados ao suicídio e auto mutilação. Borderlines costumam se sentirem "maus" e o suicídio e comportamento autoagressivo por vezes é considerado como uma forma de auto punir-se. Eles frequentemente sofrem de solidão mesmo estando entre pessoas. Sentem-se sós e sempre acham que as pessoas não os compreende e que ninguém jamais poderá o compreender. São indivíduos que possuem baixa auto-estima, insegurança e não se amam o suficiente para ficarem a sós consigo mesmo. Quando isto acontece, com frequência sentem uma grande ansiedade. Tendem a sentir o vazio de forma mais intensa, contribuindo para cometerem atitudes impulsivas como auto-mutilar-se. * "Características Borderline (PART II). . .""Eu te odeio… por favor, não me abandones." "Eu mal vejo a hora de que essa fase de rebeldia passe!", "É assim por falta de uma boa surra!" ou "Ele ficou assim na adolescência, isso deve ser da idade ou pura frescura para chamar a atenção!" são pensamentos frequentes de pais ou familiares de um indíviduo com o transtorno de personalidade borderline. Essa forma de pensar é muito comum, sendo que raramente os pais se dão conta de que o problema de agressividade, impulsividade, falta de concentração e até de vontade de terminar o que mal começa, podem ser sintomas de uma doença ou transtorno. Às vezes, os pais têm vergonha de levar o filho ao psiquiatra ou terapeuta, o que prejudica ainda mais o tratamento que acaba sendo tardio, e as consequências piores. Frequentemente eles preferem culpar o próprio filho ou a problemas espirituais. Além disso, muitas vezes eles tendem a acreditar que o indíviduo é assim por ser mal-educado, irresponsável ou até mesmo mimado. Contudo, quando os sintomas típicos borderline estão presentes, tais hipóteses são falsas porque, pelo contrário, não se trata de uma pessoa mimada ou mal-educada, com uma personalidade essencialmente imatura (que muitas vezes está caracteristicamente presente na personalidade anti-social). E sim de um indivíduo doente e que sofre muito por ser assim, muitas vezes tais sintomas frutos de maus tratos e uma infância traumática. Apesar do borderline ser também muito imaturo, a específica personalidade imatura frequentemente ocorre por consequência de um déficit na educação, pela "superproteção" ou pela falta de limites educacional. A personalidade imatura limita-se especificamente a características típicas de imaturidade como impaciência, intolerância às frustrações, egoísmo excessivo, auto-estima inflada. Exibicionismo, pouca consideração com os sentimentos alheios e falta de respeito e educação para com os outros. Bem como impulsividade, puerilismo, pseudo hiperatividade e comportamento visivelmente muito infantil, propensos a atos francamente anti-sociais, como furtos e outros crimes. Além disso, a personalidade imatura ausenta de outros sintomas típicos do borderline (como a auto agressão, sentimento de vazio, tédio e raiva, baixa auto-estima, medo de abandono e de estar só etc.). Aqueles que sofrem do transtorno de personalidade borderline são indivíduos que afastam aqueles de quem mais precisam. Ao tempo que precisam dessas pessoas, afastam assustadoramente as mesmas. São muito exigentes de atenção e são excessivamente manipuladores. Eles têm profundos traços de masoquismo e sadismo e, de forma geral, são como crianças em um corpo de adulto que não toleram limites. Muito imaturos emocionalmente, são impacientes, não sabem esperar, suas recompensas devem ser sempre imediatas, não toleram frustrações e tendem a colocar a culpa sempre em outros. Assim, é como se seu desenvolvimento emocional tivesse estacionado drasticamente. Os diferentes traumas na infância geram um profundo sentimento crônico de vazio, rejeição e dor, incorporando-se na personalidade borderline que é vivenciada como uma dor profunda e dilacerante. Essa dor é intensamente sentida em indivíduos borderlines, o que pode estimular o processo auto destrutivo. O borderline também é essecialmente insaciável. Em termos de atenção, cuidado e carinho, eles sempre querem mais do que realmente têm. Por mais que as pessoas lhe deem tais afetos, com frequência eles estão a exigir constantemente muito mais do que recebem. Talvez porque quando crianças, foram indivíduos que sempre estariam exigindo muita atenção, sendo esta não suficientemente preenchida, e frequentemente foram também crianças muito teimosas. Tais pessoas com instabilidade emocional são aquelas que não conseguem manter equilíbrio em situações de tensões ou estresse. Elas frequentemente mudam de humor, emoções e conduta conforme o contexto que lhe são apresentadas. Via de regra, têm baixa capacidade de julgamento e usualmente têm reações grosseiras, acompanhadas muitas vezes de culpa ou ansiedade. Podem ser pessoas rebeldes ou totalmente tímidas. Esses indivíduos que possuem instabilidade emocional tendem a ser grosseiros, "reclamões" e briguentos. Algumas vezes, essas pessoas podem confundir carência emocional com paixão. Transferem para relacionamentos amorosos a sua instabilidade emocional. Então, são os causadores de brigas excessivas, têm ciúmes exagerado ou sentimento possessivo, e o borderline vê o outro como se ele só tivesse a obrigação de estar ali apenas para prover o que o limítrofe necessita. Além disso, eles tendem a acreditar que o outro parceiro tem de estar todo o tempo com ele e com a obrigação de não deixá-lo sozinho ou abandonado. Quando o parceiro tem de ir embora, deixá-lo sozinho, ou quando cancela um encontro, facilmente borderlines ficam furiosos ou entram em pânico, partindo frequentemente para manipulações, com ameaças suicidas. Essa tendência do limítrofe se sentir facilmente ferido ou agredido (pequenos estressores são capazes de enfurecê-los. Eles se irritam ou se rebelam por pouca coisa, às vezes totalmente insignificantes) faz com que frequentemente entrem em brigas ou confusões no ambiente social do dia-a-dia. Eles não têm controle de si mesmo, por isso facilmente demonstram irritabilidade e raiva em variadas situações triviais, desde maus tratos e estupidez até xingamentos e violência. Borderlines são, de forma geral, propensos a um comportamento evidentemente briguento, com uma notável facilidade em brigar com todos a seu redor, abrir escândalos, confusões etc. Eles podem conseguir brigas por coisas pouco importantes em restaurantes, lojas, bancos, mercado ou em outro qualquer lugar público. Por exemplo, é o caso da jovem borderline que solta explosões verbais a um homem, por este ter esbarrado, sem querer, na moça. Tais situações, ocasionalmente, podem ser uma porta de entrada para brigas realmente violentas, já que, às vezes, borderlines podem deparar-se com outras pessoas também explosivas e pouco tolerantes. Em geral, tais conflitos são frutos de explosões em situações contornáveis aos olhos do observador, mas que o borderline não consegue evitar. Limítrofes são pessoas que passam seu tempo a tentar controlar mais ou menos emoções que elas não controlam realmente. São pessoas que, diga-se de passagem, têm duas vidas. Uma vida quando estão na sociedade e outra vida de comportamentos muito diferentes quando estão a sós. Sua capacidade de esconder o transtorno faz com que sejam vistos, superficialmente, como se não tivessem nada, entretanto suas vidas são sofríveis e um verdadeiro inferno dissimulado. Pessoas com o transtorno oscilam entre um comportamento adulto e um comportamento infantil. Agridem a eles mesmos e aos demais que tentam ajudá-los. Em suas relações iniciais (ex.: terapia), por causa da grande desconfiança que eles mantêm, as palavras com frequência não são usadas para comunicar ou exprimir sentimentos. O que existe são as manipulações, testes, controle etc. Eles tendem a defender-se de sentimentos, emoções e lembranças e facilmente testam suas relações através de manipulações. Parece que o borderline está sempre usufruindo de testes e manipulações, a fim de testar as outras pessoas, como elas reagirão a tais testes como agressividade, brigas, chantagens, etc. e, se por acaso, o abandonarão por tais razões. Esses testes, então, são a forma de limítrofes analisar e ter certeza de que não há jeito de aparecer alguma ameaça de abandono por parte da pessoa cuidadora. * "Transtorno de Personalidade Limítrofe (TPL), ou Borderline (PART I) . . . "O Transtorno de Personalidade Limítrofe (TPL), também conhecido como Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é definido como um gravíssimo transtorno de personalidade caracterizado por desregulação emocional, raciocínio “8 ou 80” (“branco e preto”, totalmente bom e totalmente mau) extremo ou cisão e relações caóticas. Com tendência a um comportamento briguento, também é acompanhado por IMPULSIVIDADE AUTO DESTRUTIVA, manipulação, conduta suicida, bem como ESFORÇOS EXCESSIVOS PARA EVITAR O ABANDONO e SENTIMENTOS CRONICOS DE VAZIO, TÉDIO e RAIVA. Por vezes, o transtorno é confundido com depressão ou transtorno afetivo bipolar. O transtorno Borderline é um grave distúrbio que afeta seriamente toda a vida da pessoa acometida causando prejuízos significativos tanto ao indivíduo limítrofe como às pessoas a sua volta. Frequentemente eles precisam estar medicados (antidepressivos, antipsicóticos, ansiolíticos etc.) para tentar reduzir as consequências incontroláveis que a doença traz. Além disso, acompanhamento psicológico é primordiamente muito importante. Os sintomas aparecem durante a ou nos primeiros anos da fase adulta e persistem geralmente por toda a vida. Essa fase pode ser desafiadora para o paciente, seus familiares e seus terapeutas, mas na maioria das vezes a severidade do transtorno diminui com o tempo. Pelo fato dos sintomas eclodirem principalmente na adolescência, muitas vezes os pais ou familiares acham que é mera rebeldia própria da idade. Contudo, não fazem idéia que estão diante de um ente com um grave distúrbio. As perturbações sofridas pelos portadores do TPL alcançam negativamente várias facetas psicosociais da vida, como as relações no trabalho, casa, e ambientes escolares. Tentativas de suicídio e suicídio consumado são possíveis resultados sem os devidos cuidados e terapia. Estima-se que 2% da população sofra deste transtorno, com mulheres sendo mais diagnosticadas do que homens. O termo Borderline (Limítrofe) deriva da classificação de Adolph Stern que descreveu, na década de 1930, a condição como uma patologia que permanece no limite entre a neurose e a psicose. * 03 giugno At Loss For Words. . ."Here we are once again.
Time to choose at the crossroads end. 06 gennaio 2009...
"No que se refere aos animais, o mesmo num espaço tão limitado como o nosso mundo, o homem é tosco e ridículo. Poucos bichos são tão estúpidos ou covardes quanto o homem. O mais vira-lata dos cães tem sentidos mais agudos e é infinitamente mais corajoso, para não dizer mais honesto e confiável. Qualquer gato doméstico comum é mais limpo. O cavalo, mesmo suado do trabalho, cheira melhor. Mas, acima de tudo, o homem é deficiente em coragem, talvez a mais nobre de todas as qualidades.
* 17 agosto "Será???" Será que ainda me resta tempo contigo, ou já te levam balas de um qualquer inimigo. Será que soube dar-te tudo o que querias, ou deixei-me morrer lento, no lento morrer dos dias. Será que fiz tudo que podia fazer, ou fui mais um cobarde, não quis ver sofrer. Será que lá longe ainda o céu é azul, ou já o negro cinzento confunde Norte com Sul. Será que a tua pele ainda é macia, ou é a mão que me treme, sem ardor nem magia. Será que ainda te posso valer, ou já a noite descobre a dor que encobre o prazer. Será que é de febre este fogo, este grito cruel que da lebre faz lobo. Será que amanhã ainda existe para ti, ou ao ver-te nos olhos te beijei e morri. Será que lá fora os carros passam ainda, ou estrelas caíram e qualquer sorte é benvinda. Será que a cidade ainda está como dantes ou cantam fantasmas e bailam gigantes. Será que o sol se põe do lado do mar, ou a luz que me agarra é sombra de luar. Será que as casas cantam e as pedras do chão, ou calou-se a montanha, rendeu-se o vulcão. Será que sabes que hoje é domingo, ou os dias não passam, são anjos caindo. Será que me consegues ouvir ou é tempo que pedes quando tentas sorrir. Será que sabes que te trago na voz, que o teu mundo é o meu mundo e foi feito por nós. Será que te lembras da côr do olhar quando juntos a noite não quer acabar. Será que sentes esta mão que te agarra que te prende com a força do mar contra a barra. Será que consegues ouvir-me dizer que te amo tanto quanto noutro dia qualquer. Eu sei que tu estarás sempre por mim não há noite sem dia, nem dia sem fim. Eu sei que me queres, e me amas também me desejas agora como nunca ninguém. Não partas então, não me deixes sozinho Vou beijar o teu chão e chorar o caminho. Será, Será, Será! (Será - Pedro Abrunhosa) http://www.youtube.com/watch?v=yJiRVDpa0O4 * 07 luglio "Always Will Be. . ."Always Will Be
Our sun is set, our day is done, I'm left here wondering Is this the end, my final words to you Day turned to night and now you're gone, I'm left here pondering Can this be true, are we really through You were the wind beneath my wings, taught me how to fly With you I lived among the kings, how could this ever die So I say farewell, I'm yours forever, and I Always Will Be We were one, we were all, we were the only Future full of hope, nothing could stand in our way But dreams can change, visions fall, I feel so lonely I would walk through fire for just one more day You were the angel of my life, taught me to be free Now I'm a stranger in your eyes, walls are closing in on me So I say farewell, I'm yours forever And I Always Will Be Missing you, in my heart you are The One And you Always Will Be When I turn to the east, I see no dawn, but after darkness comes the light And when I turn to the west, the silent night hides all Where is the light that shines so bright So I say farewell, I'm yours forever And I Always Will Be Missing you, in my heart you are The One And you Always Will Be Nah-nah-na ... and you Always Will Be Nah-nah-na ... and you Always Will Be And you Always Will Be my Little One you are And you Always Will Be (Always Will Be - Hammerfall)
* 12 giugno "Que Dia dos Namorados, que nada..."Que Dia dos Namorados, que nada...
Hoje é dia da Independencia Russa!!! =]]]
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